No sábado de manhã, final de Abril, saí cedo com a Bellinha e ela fez caquinhas pelo caminho por duas vezes. Como eu costumo andar prevenido, nas duas vezes eu recolhi com saquinhos de papel que eu sempre trago de Santos, e estes depois são acondicionados em sacolinhas plásticas de supermercado. Ou seja, cocô de cachorro muito bem embalado. Se alguém abrir pensando que é algo de comer, sinto muito! Em ambas as vezes que a cadela defecou, calhou de eu deixar a sacolinha com dejetos numa lixeirinha em frente a uma casa na Rua Síria, por onde desci em direção ao Supermercado Pirâmide. Na volta do supermercado, foi quando a Bellinha fez cocô pela 2ª vez, e como eu por coincidência estava passando justamente próximo à mesma lixeirinha, peguei a sacolinha e dirigi-me a ela. Esta lixeira já contava com um galão plástico de 5 litros e outros sacos deixados, pois hoje é sábado, e dia de recolha de lixo no bairro onde moro. Porém neste momento estavam dois homens saindo de um automóvel estac...
Eu havia emprestado uma geladeira a um conhecido, um rapaz jovem. Me lembro de tê-la aberto rapidamente no apto. dele, que ficava no mesmo prédio que o meu, e verifiquei que estava com algumas provisões. Depois, em alguns segundos nós já descemos pra outro apto. no mesmo prédio, e era o apto. da mãe, que estava no local com algumas mulheres, talvez tias ou amigas, costurando. Eu perguntei se o rapaz não precisaria estar adquirindo uma geladeira, quem sabe a minha até, já que é um eletrodoméstico indispensável. A mãe se pôs na defensiva, como se o filho não precisasse de uma geladeira, afinal de contas, vivia num espaço tão próximo de sua mãe e até de seu pai que era separado, e tinha uma outra unidade no mesmo edifício. Imaginei que então ele fizesse suas refeições mais no apto. da mãe ou do pai, do que em seu próprio apto, e estas refeições com seus pais em família certamente eram importantes. Enfim, não me senti animado a seguir com aquele assunto, e onde eu estava numa área abe...
Comentários
Postar um comentário