Se minha lixeira falasse, ou sobre a ofensa de um tonto da rua Síria
No sábado de manhã, final de Abril, saí cedo com a Bellinha e ela fez caquinhas pelo caminho por duas vezes. Como eu costumo andar prevenido, nas duas vezes eu recolhi com saquinhos de papel que eu sempre trago de Santos, e estes depois são acondicionados em sacolinhas plásticas de supermercado. Ou seja, cocô de cachorro muito bem embalado. Se alguém abrir pensando que é algo de comer, sinto muito! Em ambas as vezes que a cadela defecou, calhou de eu deixar a sacolinha com dejetos numa lixeirinha em frente a uma casa na Rua Síria, por onde desci em direção ao Supermercado Pirâmide. Na volta do supermercado, foi quando a Bellinha fez cocô pela 2ª vez, e como eu por coincidência estava passando justamente próximo à mesma lixeirinha, peguei a sacolinha e dirigi-me a ela. Esta lixeira já contava com um galão plástico de 5 litros e outros sacos deixados, pois hoje é sábado, e dia de recolha de lixo no bairro onde moro. Porém neste momento estavam dois homens saindo de um automóvel estac...
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